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Consultas e acompanhamento · NOTÍCIA

Câmara aprova projeto que garante consultas no SUS para jovens na puberdade

Deputados aprovaram em 27 de outubro de 2026 um projeto que prevê atendimento no SUS para orientar meninas e meninos sobre saúde reprodutiva desde o começo da puberdade. O texto agora depende do aval dos senadores.

Responsável adulto conversa com pediatra sobre o acompanhamento na adolescência, com pasta temática e mochila sobre a mesa. Imagem ilustrativa gerada por IA.Imagem ilustrativa
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O que aconteceu

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, em 27 de outubro de 2026, um projeto que prevê atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a meninos e meninas que entram na puberdade ou que já menstruaram pela primeira vez. O texto ainda precisa passar pelo Senado, informou a Agência Câmara.

A versão aprovada é um substitutivo apresentado pela relatora, a deputada Flávia Morais (MDB-GO), ao Projeto de Lei 5239/25, de autoria da deputada Adriana Ventura (Novo-SP). Segundo a relatora, a nova redação passou a contemplar também os meninos.

Para Flávia Morais, a meta é estimular cuidados com a saúde reprodutiva, evitar doenças e orientar os jovens sobre as mudanças da puberdade. Ela defendeu ainda que o atendimento respeite a privacidade, a dignidade e a fase de desenvolvimento de cada um.

A autora do projeto aprovou as alterações feitas no texto. "Muitas vezes os meninos sofrem violência e com as alterações do corpo", disse Adriana Ventura.

Pelas diretrizes do projeto, as consultas devem informar sobre a vacina contra o HPV, ajudar a prevenir infecções sexualmente transmissíveis, tratar de saúde sexual e reprodutiva e acolher demandas físicas e emocionais dos jovens. O atendimento ficará de preferência na atenção primária, com envio a especialistas quando o quadro clínico exigir.

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Análise

Esta parte é análise do Pediatria em Pauta sobre a notícia. Os fatos estão em “O que aconteceu”, com a fonte indicada.

A proposta ainda não vale como regra: depende da análise do Senado. Por enquanto, ela sinaliza a intenção de criar no SUS um espaço próprio para conversar com crianças e adolescentes sobre as mudanças da puberdade.

A inclusão dos meninos chama atenção. O tema da saúde reprodutiva costuma ser associado às meninas, e o texto aprovado trata os dois grupos como público das consultas, com espaço para questões emocionais e não apenas físicas.

Para as famílias, vale observar como o texto vai tratar a privacidade dos jovens e de que forma as unidades de atenção primária vão organizar esse atendimento, caso a proposta avance. A menção à vacina contra o HPV também reforça o papel dessas consultas na prevenção.

Importante

Informações educativas. Sintomas graves ou dúvidas específicas exigem avaliação de um profissional de saúde. Esta notícia não substitui a consulta com o pediatra.

Fonte e transparência

Lembrete: conteúdo informativo, que resume a fonte indicada no topo e pode conter erros. Não substitui a consulta com o pediatra e não serve para diagnóstico ou tratamento. Para decisões, consulte a fonte original e um médico habilitado.

Notícia baseada em publicação de Agência Câmara. Redigida por inteligência artificial a partir da fonte acima, conferida automaticamente contra ela e aprovada por revisão jurídica automatizada. Notícia não passa por revisão médica individual. A imagem é ilustrativa, gerada por inteligência artificial, e não retrata o fato noticiado.

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